1
Ago

Projetos Âncora AQUANATUR – EEC PROVERE

Os Municípios de Boticas e Chaves dão início aos projetos âncora aprovados no âmbito do Programa Estratégias de Eficiência Coletiva PROVERE –AQUANATUR coordenado pela ADRAT.

O Município de Boticas através do projeto “Centro de Observação da Natureza do Barroso” pretende dar corpo a anteriores projetos e operacionalizar o conhecimento que existe em relação à biodiversidade e ecossistemas do concelho que beneficiam de microclimas muito diversificados, fruto das diferenças de altitude existentes. No âmbito deste projeto serão desenvolvidas várias atividades: Criação e homologação de Percursos, incluindo sinalética e trilhos; Criação e requalificação de infraestruturas de apoio à visitação e estruturas de observação e de relação com a água; Ampliação e requalificação do Centro de Interpretação/Observatório da Natureza; Requalificação do Centro Aquícola, nomeadamente ao nível da eficiência energética e da melhoria das condições de produção das espécies piscícolas; Conceção de conteúdos e apetrechamento tecnológico, facilitadores da interpretação da natureza e de valorização da experiência turística; Ações de promoção e divulgação, tendo em conta que se trata de um projeto que envolve uma área com enorme potencial turístico, paisagístico e ambiental.

O Município de Chaves ampliará a atual pista de pesca através da criação de novas estruturas de apoio na zona ribeirinha do rio Tâmega. Intitulado “Pista de Pesca do Rio Tâmega”, este projeto pretende promover a observação, usufruto e a prática de várias atividades lúdico/desportivas associadas a este recurso natural. O projeto visa também criar uma série de novos pesqueiros inseridos na paisagem ribeirinha da margem direita do rio Tâmega, de forma a promover a pesca desportiva numa área devidamente concessionada ao clube flaviense de caça e pesca. Assim, através desta iniciativa, o Município irá capacitar o Concelho para a organização de eventos de pesca desportivo de âmbito Nacional/Internacional; contribuirá para o aumento do turismo de lazer no concelho.

Estes projetos estão incluídos no Plano de Ação EEC PROVERE AQUANATUR promovido pela ADRAT

29
Mai

Rali Alto Tâmega 2019

Nos próximos dias 8 e 9 de junho irá realizar-se o Rali Alto Tâmega, que abrange quatro dos seis municípios da região, Boticas, Chaves, Montalegre e Valpaços.

A apresentação do programa foi realizada na passada sexta-feira, na Casa do Vinho, em Valpaços e contou com a presença dos presidentes dos municípios envolvidos, pilotos  e o CAMI Motorsport.

 

O programa do evento é o seguinte:

 

PROGRAMA – RALI ALTO TÂMEGA 2019

 

Sábado, 8 de junho

Shakedown – Valpaços » 08h30 – 12h30

Partida Simbólica – Porta D’Armas Quartel R. Infantaria N.º 19 » 15h50

PE1 Valpaços (15,37 kms) » 16h22

PE2 Chaves Sul (17,76 kms) » 17h01

PE3 Street Stage Alto Tâmega – Chaves (1,52 kms) » 21h04

 

Domingo, 9 de junho

PE4 Boticas 1 (12,20 kms) » 10h50

PE5 Montalegre 1 (11,08 kms) » 11h36

PE6 Chaves Oeste 1 (16,32 kms) » 12h01

Reagrupamento – Quartel R. Infantaria N.º 19

PE7 Boticas 2 (12,20 kms) » 14h09

PE8 Montalegre 2 (11,08 kms) » 14h55

PE9 Chaves Oeste 2 (16,32 kms) » 15h20

Chegada e Pódio final – Biblioteca Municipal de Chaves

28
Fev

1ª Reunião da Comissão Executiva do Sítio GIAHS do Barroso

Decorreu no dia 27 de fevereiro, na ADRAT, a 1ª reunião da Comissão Executiva, estabelecida para a gestão do Plano de Ação aprovado pela FAO, no âmbito do reconhecimento do Barroso como Sistema Importante do Património Agrícola Mundial (sigla SIPAM em língua portuguesa).
Esta Comissão é coordenada pela ADRAT, enquanto Líder da Parceria estabelecida, e composta pela Direção-Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT), Município de Boticas, Município de Montalegre e Associação Ecomuseu do Barroso.
Além dos membros efetivos referidos, nesta 1ª reunião, estiveram também presentes, na qualidade de membros-convidados, o Gabinete do Ministro da Agricultura e Pescas e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).
Tendo sido debatidos vários assuntos de relevo para a valorização do território classificado, foi renovada a validação do Plano de Ação, bem como foram definidas algumas tarefas específicas a serem desenvolvidas a curto-prazo, nomeadamente a implementação de um plano de comunicação e divulgação, a participação em projetos de cooperação e outros assuntos com vista à maior articulação e dinamização do Sistema Agro-Silvo-Pastoril do Barroso.

Pretende-se, assim, assegurar um maior envolvimento dos agentes do território e projetar esta classificação, até ao momento única em Portugal e no contexto da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 

2
Fev

GIAHS do Barroso | Assinado “Acordo de Parceria

Foi assinado na “Praça de Petiscos” da Feira do Fumeiro, o denominado Acordo de Parceria para o sítio GIAHS (Globally Important Agricultural Heritage Systems) do Barroso. A cerimónia, presidida pelo Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, criou a “Plataforma GIAHS do Barroso”. Esta visa a implementação de um plano de ação centrado na filosofia de intervenção da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).

O território do Barroso, que se estende pelos concelhos de Boticas e Montalegre, foi designado o primeiro sítio Globally Important Agricultural Heritage Systems (GIAHS), ou seja, Sistema Importante do Património Agrícola Mundial, em Portugal. Trata-se de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a promoção e preservação do património agrícola. Integrado na programação da 28.ª Feira do Fumeiro, foi assinado o acordo de parceria entre as várias entidades, desde autarquias, universidades, Ministério do Agricultura e Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e criada a «plataforma GIAHS do Barroso» que visa a implementação de um «plano de ação centrado na filosofia de intervenção da FAO». Dizer que o Barroso é uma região agrícola dominada pela produção pecuária e pelas culturas típicas das regiões montanhosas, onde se mantêm as formas tradicionais de trabalhar a terra ou tratar os animais. O comunitarismo é ainda um dos valores e costumes característico desta região, intimamente associado às práticas rurais de vida coletiva e à necessidade de adaptação ao meio ambiente.

PROCESSO INICIADO EM 2016

O processo de candidatura à classificação do Barroso foi iniciado em 2016 pela Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT), tendo sido, depois, formalizada junto da FAO pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural. A candidatura envolveu ainda a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e a Universidade do Minho (UM).

CARATERIZAÇÃO

Os sítios GIAHS são sistemas agrícolas vivos, envolvendo as comunidades humanas numa relação de interação com o território onde se inserem, com a paisagem cultural e agrícola, bem como com o ambiente biofísico e social. O objetivo geral do programa GIAHS da FAO é identificar sistemas agrícolas mundiais de grande especificidade, promovendo e implementando processos de salvaguarda das suas paisagens, da biodiversidade agrícola e dos sistemas de conhecimento, estabelecendo um programa a longo prazo para apoiar a preservação da riqueza destes sistemas e melhorar os benefícios a uma escala global, nacional e local, por via da conservação das dinâmicas, gestão sustentável e viabilidade reforçada.
Recorde-se que na sessão solene realizada em Roma, na sede da FAO, no dia 19 de Abril de 2018, foi reconhecido o Sistema Agro-Silvo-Pastoril de Barroso – GIAHS do Barroso -, na sequência de uma candidatura alicerçada no território, que abrange a área dos Concelhos de Boticas e Montalegre, e que envolve estes dois municípios, o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural de Portugal, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, a Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega, a Universidade do Minho, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Instituto Politécnico de Bragança, o Ecomuseu do Barroso, o ICNF e representante do setor agrícola.

OBJETIVOS

– Execução, implementação e gestão do Plano de Ação do Sistema Agro-Silvo-Pastoril de Barroso/Sítio GIAHS (Globally Important Agricultural Heritage Systems) da FAO no Barroso, Municípios de Boticas e Montalegre, simplificadamente denominado como Sítio GIAHS do Barroso;
– Definição das contribuições, atribuições, relações, direitos e deveres dos Parceiros, com vista à implementação de todo o Plano de Ação do Sítio GIAHS Barroso;
– Estabelecer a orgânica de funcionamento de todo o processo GIAHS Barroso, que assentará nas seguintes estruturas: “Plataforma GIAHS do Barroso”, Comissão de Acompanhamento e Monitorização, e Comissão Executiva.

GIAHS DO BARROSO | ASSINATURA DO ACORDO DE PARCERIA
– Montalegre | 26 janeiro 2019 –

MINISTRO CONFIANTE

Capoulas Santos, Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, na cerimónia que presidiu, disse esperar que a classificação da região do Barroso, como Património Agrícola Mundial em 2018, não seja uma “mera” distinção, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento: «temos todas as condições. A motivação das populações, dos líderes e principais atores da região e o envolvimento sincero e profundo do Ministério da Agricultura para que este reconhecimento não seja uma mera distinção honorífica, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento desta região que tantas potencialidades tem. São os valores, naturais e sociais, que queremos defender, valorizar e perpetuar no futuro. Para que isso aconteça é necessário que existam medidas concretas que estimulem e facilitem esse objetivo».
Na mesma linha, o titular da pasta da Agricultura advertiu, a título de exemplo, que será mais fácil incluir regiões como a do Barroso, com uma «estratégia delineada e medidas concretas», no novo quadro comunitário de apoio, face às regiões «que não têm projetos». A este propósito, destacou: «num momento em que estamos a desenhar um novo quadro comunitário de apoio para um novo ciclo de fundos comunitários entre 2021 e 2027, existir aqui (região do Barroso) uma estratégia e uma identificação de medidas facilita muito a construção de um novo quadro, incluindo-as, porque as regiões que não têm projetos e uma estratégia definida terão mais dificuldades em ver espelhadas medidas que se apliquem a essa região». A melhoria dos rendimentos e das condições para quem trabalha no mundo rural e para as pessoas que lá se venham a fixar é também outro dos objetivos enumerado pelo ministro, assim como a defesa de «valores ambientais e culturais».

TEM A PALAVRA

Orlando Alves | Presidente da Câmara de Montalegre
«Somos teimosos e resistentes. Temos um cardápio interessante para desenvolver no conjunto desta parceria e englobado no plano de ação apresentado ao Ministério da Agricultura. Habituamo-nos a ser nós a percorrer o nosso caminho e não vamos abdicar disso. Temos determinação e a felicidade de ter uma comunidade operativa, interventiva e colaborante. Temos uma grande proximidade com os agentes territoriais. Temos associações no terreno a fazerem a ligação com os agricultores e produtores pecuários. Temos a honra de ser a única zona do país com potencial para a produção de batata de semente. Temos a raça barrosã. Temos capacidade e saber fazer. Só falta a consciencialização. Não vamos deixar de bater o pé. Se quisermos, conseguimos».

Capoulas Santos | Ministro da Agricultura
«Temos todas as condições. A motivação das populações, dos líderes e principais atores da região e o envolvimento sincero e profundo do Ministério da Agricultura para que este reconhecimento não seja uma mera distinção honorífica, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento desta região que tantas potencialidades tem. São os valores, naturais e sociais, que queremos defender, valorizar e perpetuar no futuro. Para que isso aconteça é necessário que existam medidas concretas que estimulem e facilitem esse objetivo. Num momento em que estamos a desenhar um novo Quadro Comunitário de Apoio para um novo ciclo de fundos comunitários, entre 2021 e 2027, existir aqui uma estratégia e uma identificação de medidas facilita muito a construção de um novo quadro, incluindo-as, porque as regiões que não têm projetos e uma estratégia definida terão mais dificuldades em ver espelhadas medidas que se apliquem a essa região. A natureza, as tradições, a alimentação, os costumes e os rituais dão a esta região uma identidade única no país e que é inseparável de cada uma das partes».

Fernando Queiroga | Presidente da Câmara de Boticas
«Este território foi distinguido porque é diferente e, por isso, tem que ser tratado de maneira diferente. Esta classificação diz-nos isso. Quisemos sensibilizar o senhor Ministro da Agricultura para o problema grave deste território que é a perda de população e o abandono das terras. A grande mais valia é a produção em qualidade e não em grande escala. Essa é a distinção. Não queremos que as pessoas venham tirar umas fotografias e vão embora sem deixarem mais-valias. Este selo traz-nos uma responsabilidade acrescida enquanto autarcas. Não podemos perder as nossas evidências e, para isso, contamos com um leque alargado de parceiros».

Francisco Sarmento | Representante da FAO em Portugal
«Materializamos a estrutura dos vários atores envolvidos na concretização deste plano. Haverá um trabalho conjunto na implementação desta classificação para que possa vir a ter um impacto importante nas gentes do Barroso».

António Montalvão Machado | Secretário-Geral da Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT)
«Foi virada uma página, a do processo formal de reconhecimento do território de Barroso. A partir de agora temos um trabalho mais difícil, o de mostrarmos que somos dignos desta classificação e de a região tirar partido de todos os benefícios. Terá maior competitividade em termos concorrenciais e em termos de promoção. As pessoas vão ser beneficiadas por estarem integradas neste território».

Carla Pereira | Diretora Regional da Direção de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN)
«Estamos perante um território classificado porque o merece. Tem características específicas que importa preservar. Estas proteções são muito importantes. Mas quem aqui mora tem que sentir que isto é importante. Temos que apoiar os residentes porque são eles que mantêm este espaço vivo. Tudo farei para que as populações sejam as principais beneficiadas».

Ricardo Magalhães | Comissão de Coordenação da Região Norte (CCDR-N)
«Foi um dia bonito porque se juntaram vontades, recursos humanos, competências e financiamento. É um projeto de salvaguarda do património mas, também, de desenvolvimento e cooperação, que vai exigir conhecimento e o envolvimento direto de instituições públicas. Há um grande empenhamento para que esta região seja enaltecida».

Rogério Rodrigues | Presidente do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF)
«Este reconhecimento mostra a importância de um território gerido com sustentabilidade, com equilíbrio e respeito pelos valores naturais. Esse usufruto só será bem mantido se soubermos manter o homem no território e ao seu legado, numa simbiose com a natureza. Este território tem um património natural único que este selo só vem reforçar».

Rui Castro | Reitor da Universidade do Minho (UM)
«Estou muito satisfeito com a possibilidade de ter participado nesta cerimónia. A universidade teve um papel relevante, em colaboração com outros parceiros, na elaboração da candidatura. Hoje assumimos um compromisso mais pesado. Vamos levar a cabo um conjunto de iniciativas que vão justificar esta distinção».

Alberto Baptista | Pró-Reitor para a Área dos Projetos Estruturantes da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)
«Tivemos um papel importante na fase de lançamento deste processo. É com muito agrado que assinamos esta parceria. Uma palavra de reconhecimento para os parceiros da região que agarraram este desafio».

Orlando Rodrigues | Presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB)
«A nossa instituição está muito entusiasmada com este processo e pronta para ajudar. É uma estratégia muito inteligente de valorização do território conciliando a economia com a proteção do património e dos valores naturais. Estamos muito empenhados em criar as condições para que tenha o maior sucesso possível».

Albano Álvares | Presidente do Conselho de Administração do Ecomuseu e Presidente da CAPOLIB – Cooperativa Agrícola de Boticas
«Foi dado um passo muito importante e significativo para este território. Temos uma agricultura peculiar, com hábitos e tradições únicas. Se soubermos potenciar tudo isto, com todas as forças para beneficiarmos as populações, será muito válido. Creio que vamos ter um Barroso melhor. Gostava que este projeto fosse a fase inicial de uma regeneração do nosso Interior».

GIAHS | CONHEÇA MELHOR

 

Fonte da Notícia: Município de Montalegre 

19
Nov

Visita ao sítio GIAHS do Barroso, de comitiva do sítio GIAHS de Zhagana (China)

A ADRAT acompanhou nos passados dias 16 e 17 de Novembro, uma comitiva do sítio GIAHS de Zhagana, na província de Gansu, China. Este sítio, localizado no Tibete a uma altitude superior a 2.400 metros, foi classificado pela FAO simultaneamente com o sítio do Barroso, em Abril passado, em Roma. A representação era constituída pelo diretor do Departamento dos Sítios GIAHS do Ministério da Agricultura da Província de Gansu, os chefes dos respetivos Serviços Florestais e de Pecuária, de um docente do Instituto de Ciências Geográficas e de Recursos Naturais de Pequim, bem como por um representante e agricultor local do Sítio Compósito Agricultura-Floresta-Criação Animal de Zhagana.

O objetivo desta visita foi contactar com o Sítio GIAHS do Barroso, observar in loco o seu modelo agrícola e os processo de valorização dos seus produtos e do território. Igualmente, foi manifestada a realização de um intercâmbio, desde logo com o convite efetuado aos atores locais envolvidos na classificado GIAHS do Barroso, para visitarem o sítio de Zhagana.

 

  • Visita ao sítio GIAHS do Barroso, de comitiva do sítio GIAHS de Zhagana (China)
18
Out

Agência de Notícias do Japão visitou o Sítio GIAHS do Barroso

A ADRAT organizou, a pedido da principal agência noticiosa do Japão, a Kyodo News (agência de notícias cooperativa, fundada em 01 de Novembro de 1945), uma visita ao Sistema Agro-Silvo-Pastoril do Barroso, reconhecido pela FAO como Sistema Importante do Património Agrícola Mundial (SIPAM/GIAHS), que decorreu no passado dia 16 de outubro.
Esta solicitação da agência japonesa, surge na sequência da designação atribuída ao Barroso, cuja candidatura à FAO foi elaborada pela ADRAT.
Durante a visita, os jornalistas entrevistaram diversos agricultores e criadores pecuários, bem como responsáveis autárquicos e dirigentes de organizações do setor agro-pecuário.
De igual modo, houve oportunidade de observar e comentar o sistema agrícola in loco, bem como degustar alguns dos produtos alimentares mais emblemáticos do Barroso.
Com esta visita e reportagem, espera-se que sejam publicados diversos artigos acerca do Barroso enquanto Sistema Importante do Património Agrícola Mundial, em diferentes meios de comunicação escrita (jornais e revistas), do Japão.

4
Out

GIAHS – Novos Sítios Classificados

 

O Barroso é uma paisagem natural localizada no Norte de Portugal, integrado no Parque Nacional Peneda-Gerês, onde existe um sistema agrícola fortemente influenciado pelas condições do solo e climáticas, onde predominam as pequenas explorações e o gado que contribui significativamente para as economias locais e que tem um papel importante a nível social.

É uma área que mostra que hoje em dia mostra uma ocupação dos terrenos marcados pela atividade humana para a agricultura, silvicultura e pastagem, embora ainda se encontrem um número significativo de áreas intactas.

7
Jun

Sessão de Esclarecimento – Boticas

Não perca esta sessão de esclarecimento sobre os apoios comunitários que decorrerá no próximo dia 11 de Junho, pelas 19h00 no Auditório Municipal em Boticas.

 

19
Mai

Sítio GIAHS do Barroso: Intervenção do Ministro da Agricultura

 

No âmbito da audição do Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Florestas, na Comissão de Agricultura e Mar da Assembleia da República, do dia 16 de Maio, foram feitas intervenções relativas à classificação, pela FAO, do Barroso como Global Important Agricultural Heritage System, no seguimento do trabalho desenvolvido em parceria com a ADRAT e com os municípios de Boticas e Montalegre.

 

 

8
Mai

Barroso Património Agrícola Mundial

PARLAMENTO CONGRATULOU REGIÃO DO BARROSO PELA CLASSIFICAÇÃO COMO PATRIMÓNIO AGRÍCOLA MUNDIAL

A Assembleia da República aprovou na quinta-feira, dia 26 de abril, por unanimidade, um voto de congratulação pela classificação da região do Barroso, que inclui os municípios de Boticas e Montalegre, como património agrícola mundial.

Esta classificação foi atribuída pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a cerimónia de entrega do certificado realizou-se no passado dia 19 de abril, em Roma, Itália, onde está sediado este organismo.

O processo de candidatura à classificação do Barroso foi iniciado em 2016 pela Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT), tendo sido, depois, formalizada junto da FAO pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.

A candidatura envolveu ainda a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e a Universidade do Minho (UM).

O território do Barroso foi designado primeiro sítio GIAHS – Sistema Importante do Património Agrícola Mundial em Portugal. Trata-se de uma iniciativa da FAO para a promoção e preservação do património agrícola.

Os sítios GIAHS (Globally Important Agricultural Heritage Systems) são sistemas agrícolas vivos, envolvendo as comunidades humanas numa relação intrincada com o território, com a paisagem cultural e agrícola, bem como com o ambiente biofísico e social.

A FAO é uma organização intergovernamental que tem como objetivos alcançar a segurança alimentar para todos e garantir que as pessoas tenham acesso a alimentos de boa qualidade para que possam levar uma vida ativa e saudável.

 

Fonte : CM Boticas