29
Mai

2.ª Jornada GIAHS/SIPAM – Madrid

A ADRAT irá participar na 2.ª Jornada sobre os Sistemas Importantes do Património Mundial (SIPAM) / FAO, organizada em Madrid no próximo dia 31 de maio, no Ministério de Agricultura, Pescas y Alimentación.

O evento conta com a participação de vários sítios espanhóis classificados e em candidatura. Como experiências europeias, serão apresentados o Sítio Agro-Silvo-Pastoril do Barroso e o Sítio Vinhas Tradicionais de Soave (Itália).

28
Mai

TROCO2 – Reunião de Parceiros

Realizou-se no passado dia 23 de maio, em Vigo, mais uma reunião de parceiros do projeto de cooperação transfronteiriça TROCO2.

Durante a reunião foi debatido o calendário de execução das atividades para 2019, bem como algumas ações do projeto ainda em execução, tais como ações de formação e sensibilização e apresentação da ferramenta informática de cálculo da pegada de carbono.

28
Fev

1ª Reunião da Comissão Executiva do Sítio GIAHS do Barroso

Decorreu no dia 27 de fevereiro, na ADRAT, a 1ª reunião da Comissão Executiva, estabelecida para a gestão do Plano de Ação aprovado pela FAO, no âmbito do reconhecimento do Barroso como Sistema Importante do Património Agrícola Mundial (sigla SIPAM em língua portuguesa).
Esta Comissão é coordenada pela ADRAT, enquanto Líder da Parceria estabelecida, e composta pela Direção-Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT), Município de Boticas, Município de Montalegre e Associação Ecomuseu do Barroso.
Além dos membros efetivos referidos, nesta 1ª reunião, estiveram também presentes, na qualidade de membros-convidados, o Gabinete do Ministro da Agricultura e Pescas e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).
Tendo sido debatidos vários assuntos de relevo para a valorização do território classificado, foi renovada a validação do Plano de Ação, bem como foram definidas algumas tarefas específicas a serem desenvolvidas a curto-prazo, nomeadamente a implementação de um plano de comunicação e divulgação, a participação em projetos de cooperação e outros assuntos com vista à maior articulação e dinamização do Sistema Agro-Silvo-Pastoril do Barroso.

Pretende-se, assim, assegurar um maior envolvimento dos agentes do território e projetar esta classificação, até ao momento única em Portugal e no contexto da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 

26
Fev

TROCO2

Foi apresentada, no passado dia 21 de Fevereiro, a Ferramenta de Cálculo do Sumidouro de Carbono Florestal, desenvolvida no âmbito do Projeto TROCO2 “Mercado Transfronteiriço de Intercâmbio de Carbono”, projeto aprovado pelo programa INTERREG Espanha-Portugal.

Foi também apresentado o vídeo promocional do projeto.

Esta apresentação decorreu durante a Sessão de Encerramento do projeto “Programa de Apoio ao Reforço da Competitividade das PME do Setor Florestal do Alto Tâmega” da CIM do Alto Tâmega, que teve lugar em Vila Pouca de Aguiar.

25
Fev

Sessão de Encerramento – Empreendedorismo no Alto Tâmega

Realizou-se em Valpaços no passado dia 21 de Fevereiro a Sessão de Encerramento do projeto da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega “Atração e Fixação de Empreendedores do Alto Tâmega”.

 

 
Durante a sessão foram apresentados os resultados do Concurso de Ideias “Empreender no Alto Tâmega” e a Rede de Mentores do Alto Tâmega, bem como a iniciativa Alto Tâmega Empreende.

4
Fev

Sabores de Chaves – Atelier CREATOUR

O Projeto CREATOUR – “Desenvolver Destinos de Turismo Criativo em Cidades de Pequena Dimensão e em Áreas Rurais” esteve presente na feira “Saberes de Chaves” no passado fim-de-semana, 1, 2 e 3 de Fevereiro 2019.
A ADRAT, em parceria com a Associação de Desenvolvimentos de Vilar de Nantes e Junta de Freguesia de Vilar de Nantes, é responsável pela iniciativa piloto “Revitalizar Vilar – Revitalização da Olaria Negra de Vilar de Nantes”.

Neste sentido, as entidades parceiras prepararam e dinamizaram várias atividades relacionadas com o Barro Negro de Vilar de Nantes tais como workshops “Colocar o pé na roda”, dirigido a jovens e adultos, e ateliers “Vem meter as mãos no barro” dirigidos para as crianças, que para além de poderem mexer no barro e moldar peças, tiveram oportunidade de as levar para casa.
Nestas atividades, a ADRAT, a ADVN e a Junta de Freguesia de Vilar de Nantes contaram com o apoio, ao longo do decorrer da participação na feira, de bolseiras da Universidade do Minho.

 

2
Fev

GIAHS do Barroso | Assinado “Acordo de Parceria

Foi assinado na “Praça de Petiscos” da Feira do Fumeiro, o denominado Acordo de Parceria para o sítio GIAHS (Globally Important Agricultural Heritage Systems) do Barroso. A cerimónia, presidida pelo Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, criou a “Plataforma GIAHS do Barroso”. Esta visa a implementação de um plano de ação centrado na filosofia de intervenção da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).

O território do Barroso, que se estende pelos concelhos de Boticas e Montalegre, foi designado o primeiro sítio Globally Important Agricultural Heritage Systems (GIAHS), ou seja, Sistema Importante do Património Agrícola Mundial, em Portugal. Trata-se de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a promoção e preservação do património agrícola. Integrado na programação da 28.ª Feira do Fumeiro, foi assinado o acordo de parceria entre as várias entidades, desde autarquias, universidades, Ministério do Agricultura e Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e criada a «plataforma GIAHS do Barroso» que visa a implementação de um «plano de ação centrado na filosofia de intervenção da FAO». Dizer que o Barroso é uma região agrícola dominada pela produção pecuária e pelas culturas típicas das regiões montanhosas, onde se mantêm as formas tradicionais de trabalhar a terra ou tratar os animais. O comunitarismo é ainda um dos valores e costumes característico desta região, intimamente associado às práticas rurais de vida coletiva e à necessidade de adaptação ao meio ambiente.

PROCESSO INICIADO EM 2016

O processo de candidatura à classificação do Barroso foi iniciado em 2016 pela Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT), tendo sido, depois, formalizada junto da FAO pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural. A candidatura envolveu ainda a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e a Universidade do Minho (UM).

CARATERIZAÇÃO

Os sítios GIAHS são sistemas agrícolas vivos, envolvendo as comunidades humanas numa relação de interação com o território onde se inserem, com a paisagem cultural e agrícola, bem como com o ambiente biofísico e social. O objetivo geral do programa GIAHS da FAO é identificar sistemas agrícolas mundiais de grande especificidade, promovendo e implementando processos de salvaguarda das suas paisagens, da biodiversidade agrícola e dos sistemas de conhecimento, estabelecendo um programa a longo prazo para apoiar a preservação da riqueza destes sistemas e melhorar os benefícios a uma escala global, nacional e local, por via da conservação das dinâmicas, gestão sustentável e viabilidade reforçada.
Recorde-se que na sessão solene realizada em Roma, na sede da FAO, no dia 19 de Abril de 2018, foi reconhecido o Sistema Agro-Silvo-Pastoril de Barroso – GIAHS do Barroso -, na sequência de uma candidatura alicerçada no território, que abrange a área dos Concelhos de Boticas e Montalegre, e que envolve estes dois municípios, o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural de Portugal, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, a Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega, a Universidade do Minho, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Instituto Politécnico de Bragança, o Ecomuseu do Barroso, o ICNF e representante do setor agrícola.

OBJETIVOS

– Execução, implementação e gestão do Plano de Ação do Sistema Agro-Silvo-Pastoril de Barroso/Sítio GIAHS (Globally Important Agricultural Heritage Systems) da FAO no Barroso, Municípios de Boticas e Montalegre, simplificadamente denominado como Sítio GIAHS do Barroso;
– Definição das contribuições, atribuições, relações, direitos e deveres dos Parceiros, com vista à implementação de todo o Plano de Ação do Sítio GIAHS Barroso;
– Estabelecer a orgânica de funcionamento de todo o processo GIAHS Barroso, que assentará nas seguintes estruturas: “Plataforma GIAHS do Barroso”, Comissão de Acompanhamento e Monitorização, e Comissão Executiva.

GIAHS DO BARROSO | ASSINATURA DO ACORDO DE PARCERIA
– Montalegre | 26 janeiro 2019 –

MINISTRO CONFIANTE

Capoulas Santos, Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, na cerimónia que presidiu, disse esperar que a classificação da região do Barroso, como Património Agrícola Mundial em 2018, não seja uma “mera” distinção, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento: «temos todas as condições. A motivação das populações, dos líderes e principais atores da região e o envolvimento sincero e profundo do Ministério da Agricultura para que este reconhecimento não seja uma mera distinção honorífica, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento desta região que tantas potencialidades tem. São os valores, naturais e sociais, que queremos defender, valorizar e perpetuar no futuro. Para que isso aconteça é necessário que existam medidas concretas que estimulem e facilitem esse objetivo».
Na mesma linha, o titular da pasta da Agricultura advertiu, a título de exemplo, que será mais fácil incluir regiões como a do Barroso, com uma «estratégia delineada e medidas concretas», no novo quadro comunitário de apoio, face às regiões «que não têm projetos». A este propósito, destacou: «num momento em que estamos a desenhar um novo quadro comunitário de apoio para um novo ciclo de fundos comunitários entre 2021 e 2027, existir aqui (região do Barroso) uma estratégia e uma identificação de medidas facilita muito a construção de um novo quadro, incluindo-as, porque as regiões que não têm projetos e uma estratégia definida terão mais dificuldades em ver espelhadas medidas que se apliquem a essa região». A melhoria dos rendimentos e das condições para quem trabalha no mundo rural e para as pessoas que lá se venham a fixar é também outro dos objetivos enumerado pelo ministro, assim como a defesa de «valores ambientais e culturais».

TEM A PALAVRA

Orlando Alves | Presidente da Câmara de Montalegre
«Somos teimosos e resistentes. Temos um cardápio interessante para desenvolver no conjunto desta parceria e englobado no plano de ação apresentado ao Ministério da Agricultura. Habituamo-nos a ser nós a percorrer o nosso caminho e não vamos abdicar disso. Temos determinação e a felicidade de ter uma comunidade operativa, interventiva e colaborante. Temos uma grande proximidade com os agentes territoriais. Temos associações no terreno a fazerem a ligação com os agricultores e produtores pecuários. Temos a honra de ser a única zona do país com potencial para a produção de batata de semente. Temos a raça barrosã. Temos capacidade e saber fazer. Só falta a consciencialização. Não vamos deixar de bater o pé. Se quisermos, conseguimos».

Capoulas Santos | Ministro da Agricultura
«Temos todas as condições. A motivação das populações, dos líderes e principais atores da região e o envolvimento sincero e profundo do Ministério da Agricultura para que este reconhecimento não seja uma mera distinção honorífica, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento desta região que tantas potencialidades tem. São os valores, naturais e sociais, que queremos defender, valorizar e perpetuar no futuro. Para que isso aconteça é necessário que existam medidas concretas que estimulem e facilitem esse objetivo. Num momento em que estamos a desenhar um novo Quadro Comunitário de Apoio para um novo ciclo de fundos comunitários, entre 2021 e 2027, existir aqui uma estratégia e uma identificação de medidas facilita muito a construção de um novo quadro, incluindo-as, porque as regiões que não têm projetos e uma estratégia definida terão mais dificuldades em ver espelhadas medidas que se apliquem a essa região. A natureza, as tradições, a alimentação, os costumes e os rituais dão a esta região uma identidade única no país e que é inseparável de cada uma das partes».

Fernando Queiroga | Presidente da Câmara de Boticas
«Este território foi distinguido porque é diferente e, por isso, tem que ser tratado de maneira diferente. Esta classificação diz-nos isso. Quisemos sensibilizar o senhor Ministro da Agricultura para o problema grave deste território que é a perda de população e o abandono das terras. A grande mais valia é a produção em qualidade e não em grande escala. Essa é a distinção. Não queremos que as pessoas venham tirar umas fotografias e vão embora sem deixarem mais-valias. Este selo traz-nos uma responsabilidade acrescida enquanto autarcas. Não podemos perder as nossas evidências e, para isso, contamos com um leque alargado de parceiros».

Francisco Sarmento | Representante da FAO em Portugal
«Materializamos a estrutura dos vários atores envolvidos na concretização deste plano. Haverá um trabalho conjunto na implementação desta classificação para que possa vir a ter um impacto importante nas gentes do Barroso».

António Montalvão Machado | Secretário-Geral da Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT)
«Foi virada uma página, a do processo formal de reconhecimento do território de Barroso. A partir de agora temos um trabalho mais difícil, o de mostrarmos que somos dignos desta classificação e de a região tirar partido de todos os benefícios. Terá maior competitividade em termos concorrenciais e em termos de promoção. As pessoas vão ser beneficiadas por estarem integradas neste território».

Carla Pereira | Diretora Regional da Direção de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN)
«Estamos perante um território classificado porque o merece. Tem características específicas que importa preservar. Estas proteções são muito importantes. Mas quem aqui mora tem que sentir que isto é importante. Temos que apoiar os residentes porque são eles que mantêm este espaço vivo. Tudo farei para que as populações sejam as principais beneficiadas».

Ricardo Magalhães | Comissão de Coordenação da Região Norte (CCDR-N)
«Foi um dia bonito porque se juntaram vontades, recursos humanos, competências e financiamento. É um projeto de salvaguarda do património mas, também, de desenvolvimento e cooperação, que vai exigir conhecimento e o envolvimento direto de instituições públicas. Há um grande empenhamento para que esta região seja enaltecida».

Rogério Rodrigues | Presidente do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF)
«Este reconhecimento mostra a importância de um território gerido com sustentabilidade, com equilíbrio e respeito pelos valores naturais. Esse usufruto só será bem mantido se soubermos manter o homem no território e ao seu legado, numa simbiose com a natureza. Este território tem um património natural único que este selo só vem reforçar».

Rui Castro | Reitor da Universidade do Minho (UM)
«Estou muito satisfeito com a possibilidade de ter participado nesta cerimónia. A universidade teve um papel relevante, em colaboração com outros parceiros, na elaboração da candidatura. Hoje assumimos um compromisso mais pesado. Vamos levar a cabo um conjunto de iniciativas que vão justificar esta distinção».

Alberto Baptista | Pró-Reitor para a Área dos Projetos Estruturantes da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)
«Tivemos um papel importante na fase de lançamento deste processo. É com muito agrado que assinamos esta parceria. Uma palavra de reconhecimento para os parceiros da região que agarraram este desafio».

Orlando Rodrigues | Presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB)
«A nossa instituição está muito entusiasmada com este processo e pronta para ajudar. É uma estratégia muito inteligente de valorização do território conciliando a economia com a proteção do património e dos valores naturais. Estamos muito empenhados em criar as condições para que tenha o maior sucesso possível».

Albano Álvares | Presidente do Conselho de Administração do Ecomuseu e Presidente da CAPOLIB – Cooperativa Agrícola de Boticas
«Foi dado um passo muito importante e significativo para este território. Temos uma agricultura peculiar, com hábitos e tradições únicas. Se soubermos potenciar tudo isto, com todas as forças para beneficiarmos as populações, será muito válido. Creio que vamos ter um Barroso melhor. Gostava que este projeto fosse a fase inicial de uma regeneração do nosso Interior».

GIAHS | CONHEÇA MELHOR

 

Fonte da Notícia: Município de Montalegre 

1
Fev

Projeto TROCO2

Decorreu no passado dia 24 de Janeiro mais uma reunião do projeto TROCO2, aprovado no âmbito do Programa de Cooperação Transfronteiriço Espanha-Portugal.

A reunião teve lugar em Vilagarcia de Arousa (Espanha) e foram debatidos vários assuntos de interesse para o projeto, destacando-se a apresentação da ferramenta de cálculo de sequestro de carbono na floresta.

Relembramos que a ADRAT e a CIM do Alto Tâmega são parceiros deste projeto transfronteiriço.

28
Jan

Sabores de Chaves – Atelier

No âmbito do Projeto CREATOUR – “Desenvolver Destinos De Turismo Criativo em Cidades de Pequena Dimensão e em Áreas Rurais”, da iniciativa piloto “Revitalizar Vilar – Revitalização da Olaria Negra de Vilar de Nantes”, será realizado um conjunto de atividades onde todos podem participar, desde os mais novos nos Atelier “Vem meter as mãos no barro”, até aos mais crescidos no Workshop “Colocar o pé na roda”.

Além da componente prática, estará presente uma exposição permanente com peças típicas de Barro Negro de Vilar de Nantes.

A participação nas atividades carece de inscrição no local indicado.

As atividades decorrerão nos dias 1, 2 e 3 de Fevereiro, no Pavilhão Municipal de Chaves.

 

25
Jan

Workshop formativo – Projeto CRinMA

 

Decorreu, no passado dia 23 de Janeiro de 2019, um Workshop formativo internacional, realizado no âmbito do projeto CRinMA do qual a ADRAT faz parte do grupo de stakeholders.

O workshop realizou-se em Montalegre, no Ecomuseu do Barroso e contou com a presença dos parceiros e respetivos stakeholders do projeto, bem como com um leque de formadores convidados, que dinamizaram a formação através de apresentações e atividades práticas.