FAO publica manual do inovador em sistemas alimentares sustentáveis
A FAO – Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura publicou um manual intitulado “Possibilitando sistemas alimentares sustentáveis: Manual do Inovador” (Enabling sustainable food systems. Innovators’ handbook), que se debruça sobre os sistemas alimentares sustentáveis e o seu papel fundamental para garantir que as gerações futuras se alimentem cm base em dietas saudáveis e sejam seguras do ponto de vista alimentar.
O objetivo do manual é facilitar a partilha de ideias e ações inovadoras em todo o mundo. O documento contém diversos casos de estudo, assim como dicas para construir sistemas alimentares sustentáveis, e estão organizados em quatro categorias de inovações: envolver os consumidores, produzir de forma sustentável, levar os produtos ao mercado, e organizá-los. Os agentes locais podem encontrar neste manual ideias e ações adequadas às suas próprias comunidades.
A publicação inclui experiências que estão a mudar as estruturas organizacionais dos sistemas alimentares locais para os tornar mais sustentáveis. O manual está organizado como uma história de “escolha a sua própria aventura” onde cada leitor – individualmente ou num grupo – pode desenvolver a sua própria aprendizagem personalizada de acordo com as suas prioridades.
O Programa de Cooperação Territorial Europeu Interreg Sudoe aprovou, no âmbito da quarta convocatória, o projeto VALSIPAM – Valorização dos Sistemas Importantes do Património Agrícola Mundial do espaço SUDOE.
Os Sistemas Importantes do Património Mundial da Agricultura (SIPAM), reconhecidos pela FAO, são sistemas agrícolas únicos e singulares que possuem um património agrícola, paisagístico, cultural e natural valioso e diversificado, com ecossistemas resilientes, mas sujeitos a sérias ameaças, como as alterações climáticas, a globalização, produtos mais competitivos ou o abandono da atividade devido à baixa lucratividade, o que implica despovoamento e perda de biodiversidade e conhecimento ancestral.
Liderado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária, Pesca e Desenvolvimento Sustentável da Andaluzia, este projeto visa criar uma rede de territórios SIPAM/GIAHS para a conceção, teste e implementação de um modelo integral de valorização turística, o qual apresentará soluções inovadoras para reduzir o risco de extinção desses sistemas.
O Projeto VALSIPAM é inovador porque, pela primeira vez um projeto de cooperação territorial, aborda o desafio de explorar as oportunidades e o potencial de inovação dos sistemas agrícolas únicos com reconhecimento internacional SIPAM ou semelhantes. Promove um modelo de desenvolvimento sustentável baseado num turismo de experiências únicas intimamente relacionadas aos sistemas SIPAM/GIAHS (ou similares), biodiversidade, paisagem, práticas agrícolas e florestais e património cultural. O modelo poderá ser transferido para sistemas agrícolas semelhantes no espaço SUDOE.
Com um orçamento total de 1.140.000 €, o VALSIPAM iniciou a sua implementação no dia 1 de novembro de 2020 e conclui a 28 de fevereiro de 2023. Conta com 9 parceiros da área SUDOE:
1. Junta de Andalucía CAGPDS – Espanha
2. Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega ADRAT – Portugal
3. Chambre d’Agriculture de la Charente-Maritime – França
4. Rota do Guadiana – Associação de Desenvolvimento Integrado – Portugal
5. Mancomunidad de la Taula del Sénia – Espanha
6. Fundación Valle Salado de Añana – Espanha
7. Consorci del consell de lhorta de valencia – Espanha
8. Fundacion Espacios Naturales de Andalucía – Espanha
9. Chambre d’Agriculture du Cantal – França
Para além dos parceiros oficiais do projeto, há várias entidades que participam como parceiros associados, no caso de Portugal participarão os Municípios de Boticas e Montalegre, que apoiarão a execução e implementação do projeto no território do Barroso.
Consulta pública do Plano Turismo + Sustentável 2020-2023 – até 26/01/2021
O Plano Turismo + Sustentável 2020-2023 é o referencial estratégico, participativo e dinâmico, alargado e criativo, através do qual o Turismo de Portugal assume a responsabilidade de mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no Turismo em Portugal, nos próximos três anos.
A gestão e monitorização das ações e projetos a concretizar ao longo destes três anos permitirá proceder à necessária reavaliação do Plano, na perspetiva de garantir a sua continuidade a partir de 2024, como uma segunda fase do desafio de tornar Portugal um destino turístico sustentável.
Consulte o documento em e envie os seus contributos.
Período de consulta pública: até 26 janeiro 2021.
Para consultar o documento: https://business.turismodeportugal.pt/SiteCollectionDocuments/sustentabilidade/plano-turismo-mais-sustentavel-20-23-pt.pdf
Envio de contributos para o endereço: planosustentabilidade@turismodeportugal.pt .
Para mais informação: https://business.turismodeportugal.pt/pt/crescer/sustentabilidade/Paginas/plano-sustentabilidade-turismo-2020-2023.aspx
Dia 4 de novembro de 2020, decorreu a 1.ª reunião do projeto VALSIPAM – Valorização dos Sistemas Importantes do Património Agrícola Mundial no espaço SUDOE, recentemente aprovado no âmbito do Programa de Cooperação Europeu INTERREG SUDOE. Esta reunião foi realizada de forma online, onde os parceiros do projeto tiveram a oportunidade de debater questões importantes para o início da implementação das atividades previstas em candidatura.
O projeto VALSIPAM tem como objetivo principal o de melhorar os modelos de gestão dos sistemas agrícolas únicos com reconhecimento internacional (como os SIPAM/GIAHS), promovendo o seu desenvolvimento económico valorizando-os como destino turístico únicos. No caso da ADRAT o território de intervenção da candidatura será o Barroso (Boticas e Montalegre) que obteve em 2018 a classificação da FAO como território SIPAM, Sistema Importante do Património Agrícola Mundial.
No âmbito do projeto KEEP ON (INTERREG EUROPA), no qual a ADRAT é parceiro, vai ser realizado um Workshop Online, no próximo dia 30 de Outubro, a partir das 10h00, intitulado “Financing, Business Models and Governance of Cultural Heritage Interventions”.
Para consultar o programa clique aqui: 1st Workshop Agenda final
A inscrição é obrigatória mas gratuita e é feita no seguinte endereço: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdMPkmrKRo35RAX_vHXR2KkkbZWyJEZ2LePVPd_PEE6Ryzfdw/viewform.
Após o registo, será enviado o link para participar através da Plataforma ZOOM.
Relembramos que o projeto KEEP ON tem como principal objetivo de melhorar as políticas no setor do património cultural, permitindo que os projetos com financiamento público obtenham resultados sustentáveis e com impacto duradouro e sustentável no desenvolvimento regional.
A reprogramação do NORTE 2020 foi aprovada, no passado dia 2 de outubro, pela Comissão Europeia. A “Reprogramação COVID” resulta de uma revisão de natureza estratégica e tem em consideração as alterações socioeconómicas provocadas pela situação de pandemia provocada pela COVID-19.
Os ajustamentos em causa visam o apoio a um conjunto de medidas de resposta à crise, destinadas à atividade económica, à área social, ao combate à pobreza e à promoção da empregabilidade.
O NORTE 2020 posiciona-se, agora, como um instrumento mais eficiente no apoio à retoma da economia da região, quer no contexto da atividade e do investimento empresarial, quer da criação de emprego.
https://norte2020.pt/248270/aprovada-nova-reprogramacao-do-norte-2020
O NORTE2020 abriu recentemente concursos para o apoio à conservação, proteção, promoção e desenvolvimento do património cultural e natural.
Para consultar os avisos siga o link: https://www.norte2020.pt/concursos/concursos-abertos/ Categoria: SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DE RECURSOS
No âmbito do projeto AGRICONECT 4.0 a ADRAT estabeleceu contactos com as empresas/produtores do sector agroalimentar, no sentido de promover a sua inscrição no referido projeto, potenciando a transição digital destas entidades, com apoio do programa INTERREG VA Espanha-Portugal – POCTEP.
Os benefícios para os inscritos serão os seguintes:
1 – Serviço gratuito de assessoria às empresas, de forma a promover a transformação digital, o qual inclui um Autodiagnóstico de Digitalização com ferramenta HADA, um Plano de Transformação Digital e o acompanhamento até à implementação real do plano;
2 – Curso online gratuito em Transformação Digital para as empresas, com o fim de reforçar as capacidades dos seus gestores e técnicos;
3 – Sinergias entre PME e Micro -PME do setor agroalimentar nas regiões da Galiza – Norte de Portugal e do Alentejo – Centro de Extremadura, especialmente as relacionadas com a transformação, comercialização e logística, através de jornadas técnicas e fóruns;
4 – Resolução de desafios e procura de soluções tecnológicas inovadoras, que poderão resultar na otimização de recursos e numa maior eficiência energética.
Os interessados em participar no Projeto AGRICONECT 4.0, devem contactar a ADRAT através do número 276 340 920 ou do email geral@adrat.pt
Para mais informações consulte: https://adrat.pt/portfolio_item/red_agriconect4-0/ / http://www.agriconect.eu/index.php/pt/
A CIMAT – Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, promoveu sessões de trabalho com os vários Atores Chave da Região, durante os dias 14 e 15 de outubro, no âmbito da elaboração do “Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Alto Tâmega – PIAAC-AT”. As sessões incidiram sobre os setores prioritários identificados para a Região do Alto Tâmega, designadamente: agricultura e biodiversidade, floresta, recursos hídricos, socioeconómica, turismo e lazer, ordenamento do território e segurança de pessoas e bens.
Recorde-se que o PIAAC-AT tem como objetivos dotar a CIMAT e os seus municípios de um maior conhecimento sobre este fenómeno, e fornecer-lhes um documento estratégico de planeamento efetivo face às alterações climáticas, mapeando riscos e vulnerabilidades, identificando medidas de adaptação e mitigação, coordenando estruturas responsáveis pela implementação e disponibilização de informação detalhada a todos os stakeholders da Região.
Portugal foi aceite no D9+, o grupo informal de Estados-Membros que reúne os países europeus com melhor classificação no Índice Anual de Economia e Sociedade Digital (DESI) da Comissão Europeia, e mais dois outros países que partilham ambições semelhantes para o Digital Mercado Único.
Do D9+ fazem parte: Dinamarca, Finlândia, Suécia, Holanda, Luxemburgo, Bélgica, Reino Unido, Irlanda e Estónia, aos quais se juntaram a República Checa, Polónia e, agora, Portugal.
https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/noticia?i=portugal-entra-para-o-grupo-de-paises-mais-digitais-na-europa