Lançada mais uma edição da revista da Plataforma Portuguesa das ONGD, dedicada às relações Europa-África
A Comissão Europeia comprometeu-se em trabalhar numa reformulação da abordagem da relação da UE com o continente africano, e a Sociedade Civil tem, neste âmbito, advogado por uma revisão das relações entre as partes no sentido de construir uma parceria igualitária, que contribua para a realização dos ODS e para a promoção da Democracia e dos Direitos Humanos. É com o objetivo de contribuir para esta reflexão que a Plataforma Portuguesa das ONGD, e no âmbito do projeto “Por uma Europa aberta, justa e sustentável no mundo”, publica a 22ª edição da sua revista dedicada ao tema “Relações União Europeia-África: que futuro?”
https://www.plataformaongd.pt/revista/relacoes-uniao-europeia-africa-que-futuro
A Comissão Europeia apresentou, no dia 30 de junho, a Visão de Longo Prazo para as Zonas Rurais, onde identifica os desafios que se colocam a estes territórios, assim como as oportunidades mais promissoras. A Visão, que levou em conta as consultas públicas realizadas aos cidadãos e a agentes rurais, propõe um Pacto Rural e um Plano de Ação, que têm como objetivo tornar as zonas rurais europeias mais fortes, ligadas, resilientes e prósperas.
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Foi aprovada, na reunião do Conselho de Ministros, de 1 de julho de 2021, uma Resolução que pretende promover um conjunto de orientações e recomendações relativas à adoção de boas práticas agrícolas, assegurando uma maior compatibilização entre a atividade agrícola e as restantes atividades económicas, a proteção da natureza e as questões sociolaborais.
Em linha com o Pacto Ecológico Europeu, mais concretamente com a estratégia “do Prado ao Prato”, que estabelece orientações para uma produção e consumo de bens alimentares mais sustentáveis, esta Resolução dá também resposta aos objetivos identificados no Programa do Governo, nomeadamente no que respeita à manutenção de uma agricultura mais eficiente e resiliente ao clima, à aposta no regadio mais sustentável e à resposta aos desafios demográficos e ao combate às desigualdades e assimetrias.
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A 12 de Julho de 2021, durante a manhã, decorrerá o I Fórum da Alimentação Animal: Estratégia “Do Prado ao Prato” – Desafios e Oportunidades num formato webinar. Este evento terá como foco abordar temas como a resposta proativa da indústria da alimentação animal ao Pacto Ecológico Europeu e reforma da PAC, com a Carta de Sustentabilidade 2030, as ameaças e oportunidades para o setor da alimentação animal, as estratégias alimentares de mitigação das emissões de metano, o papel da alimentação animal na sustentabilidade da produção de leite e a neutralidade climática do setor pecuário em Portugal: onde estamos e para onde vamos.
Programa: https://www.iaca.pt/…/2021/06/Programa-I-Forum-AA.pdf
Inscrições: https://zoom.us/webinar/register/WN_rNHTfdTDReGmPh4O7-CIxg
Decorrerá nos dias 13 a 15 de outubro de 2021, no Centro de Investigação de Montanha (CIMO), do Instituto Politécnico de Bragança.
O II Seminário da Rede Incêndios-Solo propõe-se reunir resultados de investigação, recente e em curso, no âmbito dos impactos dos incêndios no solo, das correspondentes medidas de prevenção e mitigação, e dos processos de recuperação das funções ecossistémicas dos solos nas áreas ardidas. Em paralelo, o Seminário pretende constituir-se como fórum de debate sobre a temática dos incêndios na sua relação com o uso do solo e com a gestão e conservação deste recurso, elementos que se entendem centrais para as orientações políticas que promovam a sustentabilidade dos territórios.
Para mais informações: https://iisris.riscos.pt/
O projeto CULINART, que pretende melhorar a qualidade e relevância do Ensino e Formação Profissional nas artes culinárias, seguindo as necessidades do mercado de trabalho, com vista a aumentar a empregabilidade dos jovens, a mobilidade transnacional e a progressão na carreira, encontra-se na sua fase final de implementação. Os parceiros do referido projeto reuniram, dia 20 de Junho de 2021, no sentido realizar um ponto de situação sobre a implementação das atividades previstas no mesmo.
AgroGlobal | Maior feira profissional agrícola ibérica | 7 a 9 de Setembro
A sétima edição da AgroGlobal, a maior feira agrícola ibérica dedicada aos profissionais, de 2020 não se realizou fisicamente devido à Covid-19. O encontro ficou adiado para Julho de 2021. Mas, perante evolução da pandemia, tem uma nova data, de 7 a 9 de Setembro, e será realizada em Valada do Ribatejo.
Para informações sobre inscrições e stands:
https://www.agroglobal.pt/expositores#manual
O Centro de Competências para a Dieta Mediterrânica lança nova edição da sua Folha Informativa
O CC Dieta Mediterrânica – Centro de Competências para a Dieta Mediterrânica lançou a sexta edição da sua Folha Informativa. O objetivo destes boletins é “dar visibilidade às iniciativas e projetos de Salvaguarda e Promoção da Dieta Mediterrânica, desenvolvidos por este Centro, pelas entidades parceiras ou ainda por serem relevantes para esta temática.”
Para mais informação: https://www.minhaterra.pt/cc-dieta-mediterranica-lanca-nova-edicao-da-sua-folha-informativa.T13748.php
ESTATUTO DA AGRICULTURA FAMILIAR – ALTERAÇÃO DA METODOLOGIA DE CÁLCULO DO RENDIMENTO COLETÁVEL
A DGADR procedeu à alteração da metodologia para avaliação do requisito Rendimento Coletável ao Estatuto da Agricultura Familiar, a que se refere o art.º 5 do Decreto – Lei n.º 64 /2018, de 7 de agosto, tendo entrado em vigor desde 02/02/2021. A alteração referida surge como resultado da constatação de que o valor máximo definido do Rendimento Coletável (RC), apurado de acordo com os critérios estabelecidos, poderia configurar um estrangulamento na aprovação das candidaturas submetidas.
Após três anos de negociações, foi hoje fechado o acordo para a reforma da Política Agrícola Comum (PAC).
O anúncio foi feito, ao início da tarde, pela Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, durante o Conselho de Ministros de Agricultura (Agrifish), que se realiza ao longo dos dias de hoje e amanhã, no Luxemburgo, com os Estados-membros.
Entre as medidas mais emblemáticas da nova PAC, e que têm um impacto direto na agricultura portuguesa, destacam-se as seguintes:
– A inclusão, pela primeira vez, da dimensão social. Este facto, além de ser pioneiro na definição dos apoios individuais e dos apoios comunitários, tem o mérito de evidenciar as boas práticas desenvolvidas no setor
– A criação dos pagamentos ecológicos, denominados de eco regimes. Esta medida está integrada no primeiro pilar financeiro da PAC e tem um limite mínimo de 25% dos pagamentos diretos, reservado para a promoção de práticas amigas do ambiente e do clima.
– A reserva de um envelope equivalente a pelo menos 3% dos pagamentos diretos na promoção do apoio aos jovens agricultores, o que em Portugal se traduzirá em cerca de 18 milhões de euros anuais.
– A criação de uma orientação mais justa e equitativa, com a reserva de pelo menos 10% do primeiro pilar da PAC a ser aplicado através do pagamento redistributivo a favor das pequenas e médias explorações.
– A criação de um conjunto de apoios e regras direcionadas para sistemas e culturas relevantes em Portugal como, por exemplo, o prolongamento dos direitos de plantação do vinho até 2045, o reforço das Organizações de Produção, o reforço das condições de comercialização das produções com indicação geográfica e o apoio ao regadio.
– O estabelecimento de um sistema assente num único Plano Estratégico para Portugal, com um acréscimo ao nível de subsidiariedade e baseado num modelo com avaliação do desempenho.
Para mais informação: https://www.agroportal.pt/acordo-politico-para-a-reforma-da-pac-fechado-durante-a-presidencia-portuguesa/?fbclid=IwAR0sNJfEzxtDwUfmCeQiQENMJwZ_SnCEN6pFWvM8t_J2s0FnNO4E1xHlqnY