22
Fev

Valorizar a floresta do Alto Tâmega

Realizou-se ontem, dia 21 de Fevereiro, em Vila Pouca de Aguiar o Seminário de Encerramento do projeto SIAC – Programa de Apoio ao Reforço da Competitividade das PME do Setor Florestal do Alto Tâmega, cujo promotor é a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega.

Neste seminário da CIMAT e Associação de Municípios do Alto Tâmega (Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar) foram apresentados os resultados do Programa de Apoio ao Reforço da Competitividade das PME do setor florestal da região, num seminário final, realizado no Auditório Municipal do Palacete Silva, em Vila Pouca de Aguiar.

O projeto consistiu na implementação de um conjunto de ações que envolveu todos os agentes do setor, no sentido de reforçar a capacidade de criar valor no mesmo, e aumentar a sua visibilidade e reconhecimento, no país e além fronteiras.
Foi também enaltecido o conhecimento que a Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT) tem do setor florestal.

20
Fev

Focus Group – Projeto CULINART

No âmbito das atividades do projeto “CULINART: Desenho de uma Qualificação Conjunta de Ensino e Formação Profissional em Artes Culinárias e Percursos Piloto para a Formação Contínua”, ERAMSUS+, são realizados 3 Focus Group, em Portugal, com vista a partilhar e a identificar necessidades de formação e perfis profissionais no sector das artes culinárias, convidando para o grupo de trabalho empresas do setor hoteleiro e restauração, entidades de educação e formação, entidade de restauração, hotelaria, turismo; municípios e entidades locais, regionais e nacionais com responsabilidades e atuação na área da Educação e Formação.

 

O projeto CULINART visa melhorar a qualidade e a importância da formação profissional nas artes culinárias, tendo em conta as necessidades do mercado de trabalho e aumentar a empregabilidade dos jovens, a mobilidade transnacional e a progressão nas carreiras.

 

Foram realizadas duas sessões de trabalho do projecto CULINART realizadas no passado dia 18 de Fevereiro na Póvoa de Varzim, organizados pela Proandi Consultores Associados, sob a dinamização e moderação de Carlos Ribeiro. O último Focus Group decorrerá a dia 25 de Fevereiro, no Axis Vermar Beach Hotel.

 

http://pracadasredes.caixademitos.com/2019/02/19/estudantes-artesaos-precisa-se/?fbclid=IwAR0UCT_QW8c-FtOc51i5DcywpvuETz6CVN7g5BC8ubaFDumQbpkVr2DiJ44

15
Fev

Competitividade do Setor Florestal do Alto Tâmega: Seminário Final

Vai decorrer no próximo dia 21 de Fevereiro, em Vila Pouca de Aguiar, o Seminário Final do Programa de Apoio à Melhoria da Competitividade das PME do Setor Florestal do Alto Tâmega (promovido pela CIMAT), no qual a ADRAT estará presente e apresentará uma comunicação relativa à Comunidade de Prática dos Agentes do Setor Florestal.
Igualmente integrada no programa, estará a visualização do documentário produzido sobre as florestas e o setor florestal do Alto Tâmega, cuja produção foi também da responsabilidade da ADRAT, bem como a apresentação da Ferramenta de Cálculo de Sumidouro de Carbono Florestal, elaborada no âmbito do projeto TROCO2 (INTERREG POCTEP), do qual a ADRAT e a CIMAT são os parceiros portugueses.
Sendo de participação gratuita, solicita-se, ainda assim, a inscrição dos interessados em assistir: https://goo.gl/forms/xfkbEE4ehdu4JSJR2

 

14
Fev

Focus Group – Projeto CULINART

A ADRAT , juntamente com a Proandi Consultores Associados , são parceiros do projeto “CULINART: Desenho de uma Qualificação Conjunta de Ensino e Formação Profissional em Artes Culinárias e Percursos Piloto para a Formação Contínua”, cofinanciado pela União Europeia através do programa Erasmus +, medida KA3, implementado por um consórcio de entidades de Educação e Formação Profissional e Empresas da Bulgária, Espanha, França, Itália, Portugal e Turquia.

Convidamos os Stakeholders, empresas e entidades do setor da restauração/hotelaria/turismo (empresários, técnicos, representantes de associações e entidades de ensino e formação profissional ativas na área de educação e formação de hotelaria/restauração, profissionais, formandos, formadores, entidades públicas e privadas da região) a participarem no evento “Focous Group”, sendo o 1.º é já dia 18 de Fevereiro. Estes três eventos têm um limite de 25 participantes por sessão e visa a identificação e partilha de requisitos, perfis e competências necessárias do perfil de um Executive Cook / Chef.

Pretende-se com estes eventos a identificação e recolha de informação necessária à elaboração de um relatório de avaliação de necessidades para a criação de uma qualificação conjunta de Ensino e Formação Profissional em Artes Culinárias e Percursos Piloto para a Formação Contínua.

A Proandi Consultores Associados, é parceira do projeto “CULINART: Desenho de uma Qualificação Conjunta de Ensino e Formação Profissional em Artes Culinárias e Percursos Piloto para a Formação Contínua”, cofinanciado pela União Europeia através do programa Erasmus +, medida KA3, implementado por um consórcio de entidades de Educação e Formação Profissional e Empresas da Bulgária, Espanha, França, Itália, Portugal e Turquia.

Assim, solicitamos que confirme a sua presença, até às 12:00h, do dia 16 de Fevereiro de 2019, para o email dfp@proandi.com

 

 

13
Fev

Novos concursos financiam entidades do sistema científico da região

 

O NORTE 2020 lançou dois novos concursos para promover a produção científica de qualidade e reconhecida internacionalmente que seja produzida por entidades do sistema científico da região.

 

Para mais informação é favor consultar o seguinte link:

http://norte2020.pt/145261/novos-concursos-financiam-entidades-do-sistema-cientifico-da-regiao

 

12
Fev

Visita a Centro de Reciclagem de Madeira

A ADRAT –  Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega organizou mais uma visita técnica no âmbito do Programa de Apoio ao Reforço da Competitividade das PME, liderado pela CIMAT – Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega.

Esta ação, decorreu no dia 07 de fevereiro, junto do Centro de Reciclagem de Madeira – Ecociclo, em Alfena (concelho de Valongo) e foi orientada no local por técnicos do grupo SONAE ARAUCO ao qual pertence esta unidade industrial.

O programa incluiu uma visita ao Parque de Reciclados da Ecociclo, a análise e discussão sobre o Abastecimento de Fábricas e Comércio Nacional de madeira e o Sistemas de Certificação da Ecociclo.

Nesta unidade são processados resíduos de madeira, nomeadamente paletes, embalagens de madeira, móveis, portas, resíduos de construção e demolição e bobinas.

Foi mais uma oportunidade para os agentes do setor florestal do Alto Tâmega contactarem com casos concretos de valorização e certificação dos produtos de origem florestal.

 

8
Fev

Formação para o Desenvolvimento

 

A ADRAT vai dar início ao seu Plano de Formação Modular para Empregados e Desempregados, financiado pelo POISE – Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, estruturado em 3 percursos formativos, dirigido a técnicos das entidades parceiras e associados da ADRAT, a empreendedores de projetos setoriais e a promotores de projetos que queiram implementar ideias de negócio, dotando-os de competências que permitam efetuar um conjunto de reflexões prévias, de avaliação ao potencial do empreendedor e do negócio.

Mais informações e esclarecimentos podem ser obtidos através do email pme@adrat.pt

4
Fev

Local Craft Up – Sabores de Chaves

A ADRAT esteve presente na feira “Sabores de Chaves” nos dias 1, 2 e 3 de Fevereiro de 2019 com o projeto Local Craft Up.

O Grupo de Ação Local da Letónia “Zied Zeme”, juntamente com os seus produtores locais, fizeram uma mostra de produtos, entres os quais destacamos o mel, velas e pão típico da Letónia.

Este projeto é apoiado pela Cooperação LEADER, PDR2020 e tem como principal objetivo o de potenciar e valorizar os produtos das regiões que formam a parceria.

 

 

4
Fev

Sabores de Chaves – Atelier CREATOUR

O Projeto CREATOUR – “Desenvolver Destinos de Turismo Criativo em Cidades de Pequena Dimensão e em Áreas Rurais” esteve presente na feira “Saberes de Chaves” no passado fim-de-semana, 1, 2 e 3 de Fevereiro 2019.
A ADRAT, em parceria com a Associação de Desenvolvimentos de Vilar de Nantes e Junta de Freguesia de Vilar de Nantes, é responsável pela iniciativa piloto “Revitalizar Vilar – Revitalização da Olaria Negra de Vilar de Nantes”.

Neste sentido, as entidades parceiras prepararam e dinamizaram várias atividades relacionadas com o Barro Negro de Vilar de Nantes tais como workshops “Colocar o pé na roda”, dirigido a jovens e adultos, e ateliers “Vem meter as mãos no barro” dirigidos para as crianças, que para além de poderem mexer no barro e moldar peças, tiveram oportunidade de as levar para casa.
Nestas atividades, a ADRAT, a ADVN e a Junta de Freguesia de Vilar de Nantes contaram com o apoio, ao longo do decorrer da participação na feira, de bolseiras da Universidade do Minho.

 

2
Fev

GIAHS do Barroso | Assinado “Acordo de Parceria

Foi assinado na “Praça de Petiscos” da Feira do Fumeiro, o denominado Acordo de Parceria para o sítio GIAHS (Globally Important Agricultural Heritage Systems) do Barroso. A cerimónia, presidida pelo Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, criou a “Plataforma GIAHS do Barroso”. Esta visa a implementação de um plano de ação centrado na filosofia de intervenção da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).

O território do Barroso, que se estende pelos concelhos de Boticas e Montalegre, foi designado o primeiro sítio Globally Important Agricultural Heritage Systems (GIAHS), ou seja, Sistema Importante do Património Agrícola Mundial, em Portugal. Trata-se de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a promoção e preservação do património agrícola. Integrado na programação da 28.ª Feira do Fumeiro, foi assinado o acordo de parceria entre as várias entidades, desde autarquias, universidades, Ministério do Agricultura e Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e criada a «plataforma GIAHS do Barroso» que visa a implementação de um «plano de ação centrado na filosofia de intervenção da FAO». Dizer que o Barroso é uma região agrícola dominada pela produção pecuária e pelas culturas típicas das regiões montanhosas, onde se mantêm as formas tradicionais de trabalhar a terra ou tratar os animais. O comunitarismo é ainda um dos valores e costumes característico desta região, intimamente associado às práticas rurais de vida coletiva e à necessidade de adaptação ao meio ambiente.

PROCESSO INICIADO EM 2016

O processo de candidatura à classificação do Barroso foi iniciado em 2016 pela Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT), tendo sido, depois, formalizada junto da FAO pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural. A candidatura envolveu ainda a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e a Universidade do Minho (UM).

CARATERIZAÇÃO

Os sítios GIAHS são sistemas agrícolas vivos, envolvendo as comunidades humanas numa relação de interação com o território onde se inserem, com a paisagem cultural e agrícola, bem como com o ambiente biofísico e social. O objetivo geral do programa GIAHS da FAO é identificar sistemas agrícolas mundiais de grande especificidade, promovendo e implementando processos de salvaguarda das suas paisagens, da biodiversidade agrícola e dos sistemas de conhecimento, estabelecendo um programa a longo prazo para apoiar a preservação da riqueza destes sistemas e melhorar os benefícios a uma escala global, nacional e local, por via da conservação das dinâmicas, gestão sustentável e viabilidade reforçada.
Recorde-se que na sessão solene realizada em Roma, na sede da FAO, no dia 19 de Abril de 2018, foi reconhecido o Sistema Agro-Silvo-Pastoril de Barroso – GIAHS do Barroso -, na sequência de uma candidatura alicerçada no território, que abrange a área dos Concelhos de Boticas e Montalegre, e que envolve estes dois municípios, o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural de Portugal, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, a Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega, a Universidade do Minho, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Instituto Politécnico de Bragança, o Ecomuseu do Barroso, o ICNF e representante do setor agrícola.

OBJETIVOS

– Execução, implementação e gestão do Plano de Ação do Sistema Agro-Silvo-Pastoril de Barroso/Sítio GIAHS (Globally Important Agricultural Heritage Systems) da FAO no Barroso, Municípios de Boticas e Montalegre, simplificadamente denominado como Sítio GIAHS do Barroso;
– Definição das contribuições, atribuições, relações, direitos e deveres dos Parceiros, com vista à implementação de todo o Plano de Ação do Sítio GIAHS Barroso;
– Estabelecer a orgânica de funcionamento de todo o processo GIAHS Barroso, que assentará nas seguintes estruturas: “Plataforma GIAHS do Barroso”, Comissão de Acompanhamento e Monitorização, e Comissão Executiva.

GIAHS DO BARROSO | ASSINATURA DO ACORDO DE PARCERIA
– Montalegre | 26 janeiro 2019 –

MINISTRO CONFIANTE

Capoulas Santos, Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, na cerimónia que presidiu, disse esperar que a classificação da região do Barroso, como Património Agrícola Mundial em 2018, não seja uma “mera” distinção, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento: «temos todas as condições. A motivação das populações, dos líderes e principais atores da região e o envolvimento sincero e profundo do Ministério da Agricultura para que este reconhecimento não seja uma mera distinção honorífica, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento desta região que tantas potencialidades tem. São os valores, naturais e sociais, que queremos defender, valorizar e perpetuar no futuro. Para que isso aconteça é necessário que existam medidas concretas que estimulem e facilitem esse objetivo».
Na mesma linha, o titular da pasta da Agricultura advertiu, a título de exemplo, que será mais fácil incluir regiões como a do Barroso, com uma «estratégia delineada e medidas concretas», no novo quadro comunitário de apoio, face às regiões «que não têm projetos». A este propósito, destacou: «num momento em que estamos a desenhar um novo quadro comunitário de apoio para um novo ciclo de fundos comunitários entre 2021 e 2027, existir aqui (região do Barroso) uma estratégia e uma identificação de medidas facilita muito a construção de um novo quadro, incluindo-as, porque as regiões que não têm projetos e uma estratégia definida terão mais dificuldades em ver espelhadas medidas que se apliquem a essa região». A melhoria dos rendimentos e das condições para quem trabalha no mundo rural e para as pessoas que lá se venham a fixar é também outro dos objetivos enumerado pelo ministro, assim como a defesa de «valores ambientais e culturais».

TEM A PALAVRA

Orlando Alves | Presidente da Câmara de Montalegre
«Somos teimosos e resistentes. Temos um cardápio interessante para desenvolver no conjunto desta parceria e englobado no plano de ação apresentado ao Ministério da Agricultura. Habituamo-nos a ser nós a percorrer o nosso caminho e não vamos abdicar disso. Temos determinação e a felicidade de ter uma comunidade operativa, interventiva e colaborante. Temos uma grande proximidade com os agentes territoriais. Temos associações no terreno a fazerem a ligação com os agricultores e produtores pecuários. Temos a honra de ser a única zona do país com potencial para a produção de batata de semente. Temos a raça barrosã. Temos capacidade e saber fazer. Só falta a consciencialização. Não vamos deixar de bater o pé. Se quisermos, conseguimos».

Capoulas Santos | Ministro da Agricultura
«Temos todas as condições. A motivação das populações, dos líderes e principais atores da região e o envolvimento sincero e profundo do Ministério da Agricultura para que este reconhecimento não seja uma mera distinção honorífica, mas um instrumento de afirmação e desenvolvimento desta região que tantas potencialidades tem. São os valores, naturais e sociais, que queremos defender, valorizar e perpetuar no futuro. Para que isso aconteça é necessário que existam medidas concretas que estimulem e facilitem esse objetivo. Num momento em que estamos a desenhar um novo Quadro Comunitário de Apoio para um novo ciclo de fundos comunitários, entre 2021 e 2027, existir aqui uma estratégia e uma identificação de medidas facilita muito a construção de um novo quadro, incluindo-as, porque as regiões que não têm projetos e uma estratégia definida terão mais dificuldades em ver espelhadas medidas que se apliquem a essa região. A natureza, as tradições, a alimentação, os costumes e os rituais dão a esta região uma identidade única no país e que é inseparável de cada uma das partes».

Fernando Queiroga | Presidente da Câmara de Boticas
«Este território foi distinguido porque é diferente e, por isso, tem que ser tratado de maneira diferente. Esta classificação diz-nos isso. Quisemos sensibilizar o senhor Ministro da Agricultura para o problema grave deste território que é a perda de população e o abandono das terras. A grande mais valia é a produção em qualidade e não em grande escala. Essa é a distinção. Não queremos que as pessoas venham tirar umas fotografias e vão embora sem deixarem mais-valias. Este selo traz-nos uma responsabilidade acrescida enquanto autarcas. Não podemos perder as nossas evidências e, para isso, contamos com um leque alargado de parceiros».

Francisco Sarmento | Representante da FAO em Portugal
«Materializamos a estrutura dos vários atores envolvidos na concretização deste plano. Haverá um trabalho conjunto na implementação desta classificação para que possa vir a ter um impacto importante nas gentes do Barroso».

António Montalvão Machado | Secretário-Geral da Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT)
«Foi virada uma página, a do processo formal de reconhecimento do território de Barroso. A partir de agora temos um trabalho mais difícil, o de mostrarmos que somos dignos desta classificação e de a região tirar partido de todos os benefícios. Terá maior competitividade em termos concorrenciais e em termos de promoção. As pessoas vão ser beneficiadas por estarem integradas neste território».

Carla Pereira | Diretora Regional da Direção de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN)
«Estamos perante um território classificado porque o merece. Tem características específicas que importa preservar. Estas proteções são muito importantes. Mas quem aqui mora tem que sentir que isto é importante. Temos que apoiar os residentes porque são eles que mantêm este espaço vivo. Tudo farei para que as populações sejam as principais beneficiadas».

Ricardo Magalhães | Comissão de Coordenação da Região Norte (CCDR-N)
«Foi um dia bonito porque se juntaram vontades, recursos humanos, competências e financiamento. É um projeto de salvaguarda do património mas, também, de desenvolvimento e cooperação, que vai exigir conhecimento e o envolvimento direto de instituições públicas. Há um grande empenhamento para que esta região seja enaltecida».

Rogério Rodrigues | Presidente do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF)
«Este reconhecimento mostra a importância de um território gerido com sustentabilidade, com equilíbrio e respeito pelos valores naturais. Esse usufruto só será bem mantido se soubermos manter o homem no território e ao seu legado, numa simbiose com a natureza. Este território tem um património natural único que este selo só vem reforçar».

Rui Castro | Reitor da Universidade do Minho (UM)
«Estou muito satisfeito com a possibilidade de ter participado nesta cerimónia. A universidade teve um papel relevante, em colaboração com outros parceiros, na elaboração da candidatura. Hoje assumimos um compromisso mais pesado. Vamos levar a cabo um conjunto de iniciativas que vão justificar esta distinção».

Alberto Baptista | Pró-Reitor para a Área dos Projetos Estruturantes da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)
«Tivemos um papel importante na fase de lançamento deste processo. É com muito agrado que assinamos esta parceria. Uma palavra de reconhecimento para os parceiros da região que agarraram este desafio».

Orlando Rodrigues | Presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB)
«A nossa instituição está muito entusiasmada com este processo e pronta para ajudar. É uma estratégia muito inteligente de valorização do território conciliando a economia com a proteção do património e dos valores naturais. Estamos muito empenhados em criar as condições para que tenha o maior sucesso possível».

Albano Álvares | Presidente do Conselho de Administração do Ecomuseu e Presidente da CAPOLIB – Cooperativa Agrícola de Boticas
«Foi dado um passo muito importante e significativo para este território. Temos uma agricultura peculiar, com hábitos e tradições únicas. Se soubermos potenciar tudo isto, com todas as forças para beneficiarmos as populações, será muito válido. Creio que vamos ter um Barroso melhor. Gostava que este projeto fosse a fase inicial de uma regeneração do nosso Interior».

GIAHS | CONHEÇA MELHOR

 

Fonte da Notícia: Município de Montalegre