Redes e Associações

ERIAFF – Rede Europeia Para a Inovação na Agricultura, Alimentação e Floresta

http://eriaff2014.blogspot.pt/p/eriaff-network.html

A Rede ERIAFF é constituída por 26 regiões e é presidida pela Região da Toscana, é a primeira rede dirigida para a inovação e pesquisa na agricultura.
O principal objetivo é facilitar a relação entre a pesquisa e as necessidades concretas do setor agricultura ao nível local. Assim, a ERIAFF é uma ferramenta essencial de comunicação e partilha de boas práticas entre as regiões, nos campos da pesquisa e inovação.
Principais áreas de trabalho propostas pela ERIAFF para o futuro quadro:
•Adaptação às mudanças climáticas, bem como mitigar os seus efeitos, dando particular atenção ao uso eficiente da energia, água e recursos genéticos;
•Tornar as práticas de gestão da agricultura e floresta mais sustentáveis a nível ambiental e social;
•Melhorar a qualidade e segurança alimentar;

 

 

ERRIN – Rede Europeia de Pesquisa e Inovação

http://www.errin.eu/

A Rede ERRIN foi fundada em 2001 e tem a sua sede em Bruxelas, é uma rede com mais de 90 regiões aderentes. Tem por objetivo fortalecer as capacidades de Inovação e Investigação regional através do intercâmbio de informação, partilha de boas práticas, apoio, apoio ao desenvolvimento de projetos europeus. Esta rede influencia, através de debates com as instituições europeias, as políticas europeias para que respondam com mais eficácia às necessidades das regiões membros e associados.
Atualmente tem 14 Grupos de Trabalho e facilita contatos entre departamentos regionais de forma a desenvolveram conhecimentos sobre a política Europeia de Investigação e Inovação e desenvolver projetos estratégicos europeus para fortalecer a competitividade regional.

 

ENRD – Rede Europeia de Desenvolvimento Rural

https://enrd.ec.europa.eu/

Esta rede tem por objetivo o intercâmbio, cooperação e aprendizagem conjunta entre os stakeholders interessados para que continuamente reforcem o planeamento e execução de programas de desenvolvimento rural.
Esta rede não tem uma lista formal de membros, mas sim o objetivo de ser uma plataforma para envolver e atrair organizações e pessoas que tenham interesse em melhorar o desenvolvimento rural na União Europeia.
A Rede Europeia de Desenvolvimento Rural tem quatro objetivos principais: aumentar o envolvimento dos stakeholders no desenvolvimento rural; melhorar a implementação dos programas de desenvolvimento rural; informar melhor os beneficiários sobre as políticas de desenvolvimento rural a um público mais amplo; apoiar a avaliação dos programas de desenvolvimento rural.

 

EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza

http://www.eapn.pt

A EAPN deve a sua sigla ao inglês European Anti Poverty Network (Rede Europeia Anti-Pobreza) sendo uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1990, em Bruxelas. A organização está representada em 30 países, nomeadamente em Portugal, através de redes nacionais. Há mais de 20 anos [17 de Dezembro de 1991] a atuar no nosso país, a EAPN Portugal é uma organização, reconhecida como Associação de Solidariedade Social, de âmbito nacional, obtendo em 1995, o estatuto de Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD). A ação da EAPN Portugal, sediada no Porto, estende-se a todo o país através de 18 Núcleos Distritais. Em 2010 foi-lhe atribuído, pela Assembleia da República, o Prémio Direitos Humanos. A decisão, unânime, foi tomada por um júri constituído no âmbito da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

 

EUROMONTANA – Associação Europeia de Áreas de Montanha

http://www.euromontana.org/en/

Euromontana é uma associação sem fins-lucrativos, e teve a sua origem num seminário sobre agricultura de montanha em 1953 da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura). O nome Euromontana surgiu na sequência de um grupo de representantes agrícolas dos países dos Alpes e Pirenéus e passaram a reunir em conferências bianuais.
O consórcio estipula que a associação tem por objetivo a melhoria das condições de vida das populações de montanha da Europa, em particular por: promoção e defesa dos interesses culturais, económicos, político e científico das populações de montanha; valorização da investigação levada a cabo nas áreas de montanha; informar e sensibilizar o público para a formação e investigação em áreas de montanha; desenvolvimento de cooperação internacional para reduzir a desigualdades entre as regiões de montanha.

 

 

 

Natural.pt

http://www.natural.pt/portal

Natural.pt é uma marca nacional ligada às áreas protegidas e aos valores a estas associados. Aposta na biodiversidade, na economia, no património e na identidade de Portugal que visa valorizar e promover, de forma integrada, os produtos e serviços associados a estes espaços. Associada à singularidade e valor ambiental e cultural das áreas protegidas de Portugal continental, a marca Natural.PT é uma iniciativa de promoção integrada do território, dos produtos e dos serviços existentes nas áreas protegidas, e na sua envolvente próxima.
A marca representa um produto integrado associado ao património natural nacional de exceção, assegurando a conservação dos valores naturais e socioculturais das Áreas Protegidas e a valorização das atividades e saberes tradicionais e autênticos de Portugal, projetando-os Nacional e Internacionalmente.

 

 

MINHA TERRA – Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local

http://www.minhaterra.pt/

É uma entidade privada de interesse público e sem fins lucrativos, a MINHA TERRA foi constituída no ano 2000, por iniciativa de um grupo alargado de Associações de Desenvolvimento Local (ADL). A Minha Terra desenvolve competências a nível da organização e implementação de programas e iniciativas de alcance local, regional, nacional e transnacional e presta assessoria técnica ao desenvolvimento de projetos em diversas áreas do desenvolvimento rural.

 

 

 

 

ELARD – Associação Europeia LEADER para o Desenvolvimento Rural

http://www.elard.eu/

A ELARD é uma entidade constituída para melhorar a qualidade de vida nas áreas rurais e ajudar a fixar a população através de um desenvolvimento local sustentável e integrado.
É uma associação sem fins lucrativos criada em 1999, formada por Redes Nacionais de Desenvolvimento Rural de diferentes Estados-membros da União Europeia (UE) agrupando Grupos de Ação Local que gerem as Iniciativas LEADER+ e/ou Programas Nacionais de Desenvolvimento Rural.

 

 

ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local

http://www.animar-dl.pt/

A ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local é uma associação privada sem fins lucrativos, de dimensão nacional, fundada em 1993 com intervenção nas áreas do desenvolvimento local, da economia social e solidária, da educação formal e não-formal, do associativismo e da cidadania ativa. Como objetivos tem os seguintes: a promoção da igualdade de oportunidades e de género com vista a uma mais equitativa distribuição da riqueza, ao melhoramento da qualidade de vida das populações e à redução das assimetrias; a congregação de esforços e apoios à atuação em rede, em prol do Desenvolvimento Local e da democracia participativa, numa lógica territorial, de organizações, grupos e indivíduos.

 

 

 

 

RRN – Rede Rural Nacional

http://www.rederural.pt/index.php/pt/

A Rede Rural Nacional (RRN) é uma estrutura de ligação entre agentes com papel ativo no desenvolvimento rural, que querem partilhar as suas experiências e conhecimentos, melhorar o desempenho e obter melhores resultados.
A RRN como plataforma de divulgação e partilha de informação, de experiência e de conhecimento, pressupõe uma atuação que desenvolva a partilha e a cooperação em torno das ações a concretizar com o objetivo de melhorar a aplicação dos programas e medidas de política de desenvolvimento rural e a qualificação da intervenção dos agentes implicados no desenvolvimento rural.
Como objetivos estratégicos de intervenção da RRN tem o seguinte: Promover a participação e o trabalho conjunto entre os agentes de desenvolvimento rural; Transferir as boas práticas e novos conhecimentos para qualificar a intervenção dos agentes de desenvolvimento rural; Melhorar a conceção e aplicação das medidas de política de desenvolvimento rural; Promover a imagem e o potencial dos territórios rurais.